De xingamentos a Bolsonaro à representatividade LGBT: O que rolou no 1º dia de Lollapalooza

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Com Arctic Monkeys, Sam Smith, Tribalhistas e Troye Sivan, o público de 78 mil pessoas aproveitaram o primeiro dia do Lollapalooza 2019

O sol forte de mais de 30ºC não espantou a multidão, que chegou cedo e aproveitou até o fim o festival, que encerrou com chave de ouro com a banda Arctic Monkeys, que fez questão de fazer um “mix” de nostalgia e novos sons. 

Além da música boa, veja o que rolou no primeiro dia do festival:

Comidinhas e bebidas caras

Uma das primeiras coisas que chamou atenção do público foi o preço salgado dos comes e bebes do evento. Um pastel custa R$ 15, um hot dog sai por R$ 16 e um pedaço de pizza custa R$ 18. Os preços das bebidas são igualmente caros: um refri é vendido por R$ 10, uma água mineral custa R$ 6 e a cervejinha custa R$ 13. 

A reclamação, no entanto, virou piada na internet, uma vez que o evento custou muito mais caro que isso. 

Índios no palco

Ao abrir o show da banda Portugal The Man, um grupo indígena protestou contra o genocídio do povo indígena. “Nós, indígenas, protegemos 82% da biodiversidade do mundo”, protestou um dos integrantes, sendo ovacionado pelo público. 

Xingamentos a Bolsonaro

Outro momento compartilhado pelos participantes ― e depois viralizado nas redes foi o protesto ao presidente Jair Bolsonaro. 

Nostalgia com Tribalhistas

O festival foi um grande “Karaokê” romântico e nostálgico quando os Tribalhistas cantaram “Já Sei Namorar”, “Amor I Love You”, entre outros hits nostálgicos.  

Troye Sivan deu um show de musicalidade pop e representou a comunidade LGBTQ+.

Durante o seu show, um telão mostrou duas mulheres se beijando na plateia e um homem se “assustou com a cena”, dizendo que teve um beijão desses “com aparelho no dente”, e dá risada. O show foi alto-astral e o público levantou bandeiras LGBT.  

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